sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Alentejo III

Oi

Bem, para finalizar, passamos em duas outras cidades das várias que tínhamos em mente: Alcacer do Sal e Santiago do Cacém.

Em ambas há um castelo e uma cidade bem pequenina em volta. São típicas cidades pequenas do interior de Portugal, isto é, limpinhas, simpáticas e com seu castelo em uma colina. Em Santiago do Cacém há também algumas ruínas romanas, que queríamos muito ver, mas infelizmente fomos em uma segunda-feira, então estavam fechadas, assim como os castelos também. Ou seja, só conseguimos ver as coisas do lado de fora! :(

E nem tenho grandes fotos, porque, mané que sou, fui tirando fotos conosco nelas!! E como somos "anônimos" (kkkkkkkkkkkkkk), não posso publicá-las... 

O que restou vai abaixo.

Vale a pena? Talvez o interior dos castelos e as ruínas valham, mas não podemos dizer. As cidades em si, se for passar por ali, dê um pulinho. São simpáticas.

Abs

Coração
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(google translate: Sorry for the many mistakes)

Hi 

Well, finally, we pass in two other cities of several we had in mind: Alcacer do Sal and Santiago Cacém. 

In both there is a castle and a pretty little town around. Are typical small towns of Portugal, ie clean, friendly and with its castle on a hill. In Santiago Cacém there are also some Roman ruins, we wanted very much to see, but unfortunately we went on a Monday, then were closed, as well as the castles too. Ie, we only see things from the outside! :( 

Nor have great photos because, moron that I am, I was taking pictures with us in them !! And since we are "anonymous" (kkkkkkkkkkkkkk), I can not post them ... 

What's left is bellow.

Worth it? Maybe the inside of the castles and ruins are worth, but we can not say. The cities themselves, if passed there, take a short hop away. They are nice.

Vistas do Castelo de Alcacer do Sal

Vistas do Castelo de Alcacer do Sal

Vistas do Castelo de Alcacer do Sal

Castelo de Alcacer do Sal

Santiago do Cacém... se olhar com MUITA atenção lá no horizonte está o mar e à esquerda na foto vê-se as torres das indústrias e termoelétrica. O Badoca Park fica uns 90 graus à direita desta foto


Alentejo II

Oi Pessoal,

Bem, nossa viagem para o Alentejo tinha como principal missão levar nossa Princesinha/Monstrinho para o Badoca Park. Mas também queríamos dar uma olhada na tão famosa (ao menos em Portugal) costa alentejana e ver as praias de que eles falam tanto aqui. Eu as conheci quando criança, mas não tinha mais lembrança delas, porém a Docinho nunca tinha ido e essa era uma chance. Além disso, há algumas cidades naquela região que não tínhamos conhecido ainda (Sines, Alcacer do Sal, Santiago do Cacém, Tróia...) e que gostaríamos de dar uma olhada. Enfim, fomos à caça de lugares legais.

Nós ficamos em Sines, porque é a cidade mais famosa da região e próxima do Badoca Park (uns 12 km de distância). A cidade é famosa aqui em Portugal por ter um grande festival musical no verão e pelo surf na região. Assim sendo, fomos cheios de esperanças. 

Ficamos num apart-hotel chamado Sinerama, que é bem central na cidade e pertinho do castelo e também das praias da cidade. O hotel em si é simples, mas legalzinho. Custou 66 euros a diária do quarto de casal (com cama extra) e vista para o mar e com café da manhã incluído (o café é sem luxos, mas adequado... nada a reclamar). O quarto tem fogão, forno comum elétrico, louça, talheres, geladeira (não é frigobar), além do resto normal (TV, ar condicionado e etc). O aproveitamento de espaço é sensacional! Nem parece que tem uma cozinha no quarto! Fica tudo embutido... realmente interessante. O quarto é simples, mas limpinho e adequado. As camas são estreitas, padrão década de 1980, portanto, se for grandão ou gordo ou estiver acostumado com camas King, vá preparado. O banheiro é meio antigão, mas também adequado, com tudo direitinho e limpo. Não tivemos problemas com barulho, mas vimos nas reclamações do Booking que muita gente reclamava disso, porém como fomos completamente fora de época isso não foi problema... não sei para quem for no verão, porque parece ficar bem cheio nesta época. É fácil de estacionar (lembrando que fomos fora de época!) pertinho do hotel, além de ter vários pequenos restaurantes, farmácia, minimercado e padaria pertinho, portanto, sem motivo de preocupação com comida. Aliás, o menu do hotel é bem em conta ao contrário da maioria dos hotéis onde ficamos e que cobram um olho e uma perna por um refrigerante, os preços no Sinerama são normais como num restaurante comum. 

A cidade de Sines é uma decepção. Pelo tanto que ouvimos falar do festival e do que costumam mencionar na TV nós esperávamos algo bem melhor. A cidade parece ter tido melhores tempos e hoje vive de pesca, algumas indústrias, inclusive uma refinaria GIGANTE que tem na entrada da cidade, do porto e do turismo. Está bem degradada para o nosso gosto com muitas pichações, cães e gatos pelas ruas (algo muito incomum aqui) e bares com gente com a maior cara derrotada. 

As praias são do padrão "portuga", isto é, areia grossa, meio escura, sem ondas, com pedras permeando a areia em alguns lugares e relativamente pequena em comprimento (uns 300 a 500 metros no máximo). Longe, muito longe do que eu considero bonito (meu padrão: Arraial do Cabo, Cabo Frio, Barra da Tijuca e etc). 

O Castelo de Sines foi outra decepção. Só há basicamente a muralha externa, sem nada dentro, mas sem o charme de Montemor-o-Velho. 

De legal foi ver a casa onde nasceu Vasco da Gama (sou flamenguista, viu?!), totalmente renovada e sem as características originais, mas ainda assim está lá e isso é interessante. 

Atrapalha um bocado aproveitar as praias o fato de haver um porto gigante em cada ponta da cidade para o desembarque de petróleo e pesca, além de ao fundo haver uma enorme termoelétrica no horizonte matando um bocado da paisagem. 

Bem, ainda no conselho de Sines há outras praias, estas sim melhores um pouco, mas não tanto. A paisagem é linda, entretanto, com falésias levando ao mar de um azul cobalto, com ondas grandes e bonitas, típico cenário para surfistas. Entre estas falésias há praias, mas quase que no mesmo padrão das da cidade de Sines, exceto por terem ondas. Nestas contamos Porto Covo (a povoação em si é uma gracinha... casinhas brancas sobre o mar... bem bonitinha mesmo) e Vila Nova de Milfontes (também bonitinha). 

Resumindo, o litoral é bonito, mas as praias não estão nem de longe dentro do que gostamos. Vale a pena? Sim, acho que vale, mas não sei se vale IR lá PARA ISSO. Estando por ali ou indo para alguma outra coisa, sem dúvida vale a pena passear pelo litoral de Sines e região, mas ir lá para ver o litoral, na boa, não acho que velha, ao menos não de longe como é o nosso caso. 

Abs

Coração
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 (google translate... sorry for the many mistakes)

Hi guys, 

Well, our trip to the Alentejo had as its primary mission to bring our Princess / Monster for Badoca Park. But we also wanted to look at so famous (at least in Portugal) Alentejo coast and see the beaches that they talk so much here. I knew them as a child but had no recollection of them, but had never been to Buttercup and this was a chance. In addition, there are some cities in that region that we not known yet (Sines, Alcacer do Sal, Santiago Cacém Troy ...) and we would like to take a look. Anyway, we went on the hunt for cool places. 

We stayed in Sines, because it is the most famous in the region and the nearby town Badoca Park (about 12 km away). The city is famous here in Portugal for having a large music festival in the summer and the surf in the region. Therefore, we were full of hope. 

We stayed in a condo-hotel called Sinerama, which is very central in the city and close to the castle and also the city's beaches. The hotel itself is simple, but kinda cool. It cost 66 euros per day in double room (with extra bed) and sea view and breakfast included (breakfast is no frills, but adequate ... nothing to complain about). The room has a stove, electric common oven, crockery, cutlery, fridge (no minibar), beyond the normal rest (TV, air conditioning, etc.). The use of space is amazing! Neither seems to have a kitchen in the room! Everything is built ... really interesting. The room is simple but pretty clean and adequate. The beds are narrow, standard 1980, so if big guy or fat is used with King beds, go prepared. The bathroom is half antigão, but also adequate with everything straight and clean. We had no problems with noise, but saw in the Booking complaints that many people complained about this, but as we were completely out of season it was no problem ... do not know who is in the summer, because it seems to get quite crowded at this time. It's easy to park (remembering that we were out of season!) Close to the hotel, besides having several small restaurants, pharmacy, supermarket and bakery, so close without a concern with food. Incidentally, the menu of the hotel is well into account unlike most hotels where we stayed and they charge an eye and a leg for a soda prices in Sinerama are normal as an ordinary restaurant. 

The city of Sines is a disappointment. We heard at both the festival and they usually mention on TV we expected something better. The city seems to have had better times and now lives fishing, some industries, including a GIANT refinery that has the entrance to the city, the port and tourism. Okay degraded to our liking with many graffiti, dogs and cats on the streets (something very unusual here) and bars with people with greater face defeat. 

The beaches are the standard "portuga", ie, coarse sand, medium dark, without waves, with stones permeating the sand in some places and relatively small in length (about 300 to 500 meters maximum). Far, far away from what I consider beautiful (my default: Arraial do Cabo, Cabo Frio, Barra da Tijuca, etc). 

The Castelo de Sines was another disappointment. There is basically only the outer wall, with nothing inside but without the charm of Montemor-o-Velho. 

Was cool to see the house where Vasco da Gama was born (I'm a Flamengo Fan so let you know!), fully renovated and no original features, yet is there and that's interesting. 

Disrupts a bit enjoy the beaches the fact that there is a giant port at each end of town to the landing of oil and fishing, plus the background there is a huge thermoelectric killing the horizon a bit of scenery. 

Well, still on the board of Sines there are other beaches, but these a little better but not much. The scenery is beautiful, however, with cliffs leading to sea from a cobalt blue with large, beautiful waves, typical scenario for surfers. Between these cliffs there are beaches, but almost the same pattern as the city of Sines, except for having waves. These count Porto Covo (the town itself is a cutie ... whitewashed houses on the sea ... well pretty even) and Vila Nova de Milfontes (too cute). 

In short, the coastline is beautiful, but the beaches are not nearly within what we like. Worth it? Yes, I think it is worth, but do not know if there worth GO FOR IT. By being there or going for something else undoubtedly worth strolling along the coast of Sines and region, but go there to see the coastline, good, do not think that old, at least not as far as is our case.

Porto Covo










Casa onde nasceu Vasco da Gama


Vista do nosso quarto de  hotel

Vila Nova de Milfontes

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Alentejo I (Badoca Park)

Oi Pessoal,

Depois de um certo tempinho de rabos presos nesta terra, finalmente resolvemos esticar as pernas e viajar um pouco. Escolhemos um lugar onde queríamos ir há um tempão especificamente para levar nossa Princesinha: o Badoca Park. O nome é estranho mesmo (Badoca era o nome da primeira girafa que veio para o parque), mas o modelo é conhecido: é um local onde a maior parte dos animais fica solto e nós passeamos entre eles em carros/tratores para vê-los em "ambiente selvagem". Como uma espécie de safari, mas em terras lusitanas. Além deste tipo, há também animais presos em cativeiro, como macacos, chimpanzés, vários tipos de aves, tigres e animais de fazenda (inacreditável ter que ter este tipo de 'exposição', mas como muitas crianças hoje em dia não conhecem sequer uma vaca...).

O parque fica em Santo André, pertinho de Sines e de Santiago do Cacém, no Alentejo. São 90 hectares de parque, custa 17,50 euros por adulto e 13,50 para crianças. Além da entrada, se quiser fazer parte da alimentação dos lemures, paga-se à parte (em tempos normais, 12 euros, mas fora de temporada, 6 euros), assim como se quiser descer 'as corredeiras' em uma espécie de barco, são 2 euros (mas pode-se descer várias vezes). Funciona de 9:30 até 18:30 no verão e 17:00 fora de época. Tem ainda outras modalidades que não exploramos, tais como fazer parte da equipe que alimenta todos os animais do parque e etc. 

Bem, e aí, vale a pena? Depende! No nosso caso, não, acho que não valeu a pena. Fomos para lá BASICAMENTE para ir ao parque e aí é meio decepcionante. Se estiver na região ou morar em Lisboa (fica a 1:30h de distância), beleza, vá, passeie e volte. Nós fomos e ficamos em hotel, com todos os custos e etc, e o passeio não é estas coisas todas. É divertido, sim, mas a execução de um ótimo projeto em tese não foi tão bem feita. 

O passeio de safari propriamente dito dura menos de 1 hora e só pode ser feito uma vez. Claro que não há como prever onde os animais estarão, mas o trator que puxa nosso 'trailer' não tem acesso a todo lado no parque, então, por exemplo, as girafas, uma das principais atrações, nós vimos de MUITO longe (nas fotos abaixo parecem perto, mas isso foi graças à minha lente de 400mm!!!!). Além disso, em muitos locais ele apenas passa, praticamente sem parar. E não há como quem está de um lado do trailer ver direito os animais que estão do outro lado e como ele não 'gira' o trailer, ficamos meio sem ver algumas coisas. Ademais, o trailer é apertadinho, logo não conseguimos nos movimentar dentro dele direito... uma pena, pois a ideia é ótima. 

Outra ideia ótima, mas mal executada. Há um pavilhão de araras onde elas estão soltas, nós é que entramos e circulamos por lá. Só que são umas pouquinhas araras e o pavilhão está mais para 'pavilhinho', sendo pequeno demais para os bichos voarem de verdade, daí que elas ficam com cara de paisagem apoleiradas e em uns 2 minutos entramos e saímos. 

Os macacos e primatas são de chorar... ficam em um lugar bem afastado (anda-se, viu? Vá preparado!) e, apesar dos 90 hectares do parque serem amplamente arborizados, estão em uma área sem NENHUMA ÁRVORE. É triste de ver... há sombras, mas não há árvores. E os macacos estavam com aquela cara triste, isolados, no sol ou se apertando nas sombras. Com tantas árvores e espaço em volta deu até raiva de vê-los daquele jeito. 

A nossa Princesinha curtiu um bocado, embora não tanto quanto imaginávamos. 

A parte muito legal foi a interação com os lemures (viu Madagascar? Pois é, são aqueles bichinhos fofos...). É curtinha (uns 10 a 12 minutos), mas os bichos vêm comer na nossa mão (ou cabeça!) e é interessante como experiência. Bem legal.

No geral, nota 6 para a experiência que poderia ser 10 se fosse bem executada. 

Ah, o povo leva milhões de comidas para fazer verdadeiros picnics lá dentro. Deixam tudo no carro e na hora da fome vão lá buscar e entram novamente sem problemas. Nós, trouxas, acreditamos na história do site de que há inúmeros restaurantes e lanchonetes lá dentro e não levamos nada. Há UM restaurante e UMA lanchonete, mas sem nada de agradável, além de caro. 

As fotos dão uma ideia MELHOR do que a experiência pessoalmente foi. De todas as formas, fica o registro.

Abs

Coração.
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(google translate - sorry for the MANY mistakes)

Hi guys, 

After a little time on this earth arrested tails finally decided to stretch my legs and travel a bit. We chose a place where we wanted to go ages ago specifically to take our Little Princess: The Badoca Park. The name is even stranger (Badoca was the name of the first giraffe came to the park), but the model is known, is a place where most of the animals gets loose and we strolled among them in cars / tractors to see them in "the wild". As a kind of safari, but Lusitanian lands. Besides this type, there are also trapped in captivity, such as monkeys, apes, several types of birds, tigers and farm animals (unbelievable to have to have this kind of 'exposure', but how many kids today do not even know a cow ...). 

The park is located in Santo André, close Sines and of Santiago do in Alentejo. EUR 17.50 per adult and 13.50 are 90 acres of parkland, costs for children. Beyond the entry if you want to be part of the diet of lemurs, pay yourself apart (in normal times, 12 euros, but off-season, 6 euros) and if you want to get off 'the rapids' in a kind of boat, are 2 euros (but you can get off several times). Runs from 9:30 until 18:30 in summer and 17:00 off season. Still have not explored other modalities, such as being part of the team that feeds all the animals in the park, etc. 

Well, then, worth it? It depends! In our case, no, I do not think it was worth it. BASICALLY went there to go to the park and that's kind of disappointed. If you are in the area or live in Lisbon (is 1: 30h away), beauty, look, walk and turn. We went and stayed in the hotel with all costs and etc, and the ride is not all these things. It's fun, yes, but running a great thesis project was not as well made. 

The safari ride itself lasts less than 1 hour and can be done only once. Of course there is no way to predict where the animals are, but the tractor pulling our 'trailer' has no access to everywhere in the park, so, for example, giraffes, one of the main attractions, we come from VERY far away (in photos below seem close, but it was thanks to my 400mm lens !!!!). Furthermore, in many places it just passes almost without stopping. And there's no one who's right next to the trailer to see the animals that are on the other side and how he did 'spins' the trailer, we see no means a few things. In addition, the trailer is snuggly, just could not move us in the right ... it's a shame, because the idea is great. 

Another great idea, but poorly executed. There is a pavilion where macaws they are loose, we do enter and circulate there. Only a few are pouquinhas macaws and the pavilion is more 'pavilhinho', being too small for the animals fly true, then they are faced with apoleiradas landscape and about 2 minutes into and out. 

Monkeys and apes are crying ... are in a very remote place (walk up, see? Go prepared!), And despite the 90 acres of the park are largely wooded, are in an area with NO TREE. It's sad to see ... there are shades, but there are no trees. And the monkeys were with that sad face, isolated, in sun or clenching the shadows. With so many trees and space around gave up angry to see them that way. 

Our Little Princess likes a bit, though not as much as we thought. 

The really cool part was the interaction with the lemurs (Madagascar saw? Well, those are cute pets ...). It curtinha (about 10-12 minutes), but the animals come to eat in our hand (or head!) And it is interesting to experience. Pretty cool. 

Overall, note 6 to the experience that could be 10 if executed well. 

Ah, the food takes millions of people to make real picnics there. Leave everything in the car and hungry will get there and come back with no problems. We, backpacks, we believe in the story that there are numerous restaurants and eateries there site and do not take anything. There is a restaurant and a snack but nothing nice, and expensive. 

The photos give a better idea of than  the experience was personally. All forms, is the record.

Coração